O SUPERFLUO QUE PERMANECE: MESINHAS DE APOIO
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O DESIGN tem razões que a nossa razão desconhece. Tem determinados objetos de uso que foram criados, num tempo quase sempre desconhecido como fatos a parte, só para o deleite dos usuarios que gostam de entulhar suas casas e locais de trabalho e pela voracidade do consumismo, mas mesmo assim, permaneceram e viraram mania. Tem até designers que se especializam em desenvolver tais objetos e o fazem muito bem, como podemos ver nas imagens abaixo com varios autores se revesando em varios projetos.
Uma desses objetos de uso está no universo dos moveis e na categoria de mesas: as tais mesinhas de apoio. È tão vasta essa tipologia em exemplos que se consultarmos apenas uma grande loja de mobiliario, surgem num piscar de olhos, dezenas de modelos e modelitos.
Teoricamente ou Formalmente falando, as mesinhas de apoio, muito conhecidas como mesas de canto ou mesas laterais, podem ser classificadas a partir de determinadas estruturas formais como qualquer sistema natural em familias e especies, mas com a tecnologia de fabricação em estado avançado de desenvolvimento, tem exceções que fogem as regras formais. Como toda Ciencia que se preze, o Design caminha para isso, pelo menos defendemos isso no nosso site, afinal são formas artificiais criadas pelo homem e assim passivel de observação e criterios cientificos.
São mesinhas não muito largas, nem altas, com tampos quadrados, retangulares, circulares,ovais e feitas em madeira, aço, marmore, vidro, plastico,etc; são coisinhas bonitinhas apoiadas em 3 ou 4 pés, as vezes com um unico apoio central ou mesmo de pernas cruzadas; tem estruturas de aço inoxidavel de tubos ou barras, ou de qualquer outro material rigido; são tambem cilindricas ou prismaticas, isoladas e onipotentes em suas simplicidades formais e por fim, se juntam a outras ou se dividem ou então apenas são mesinhas com formas inusitadas. Elas são objetos que tem a unica função de apoiar os diferentes usos de uma casa ou local de trabalho.Não importa, são coisas engraçadinhas e marotas! E tem muita gente só fazendo isso, os antigos e novos famosos, outros nem tanto e aqueles anonimos que proliferam por ai só para engrandecer o Design humanitario.
O jeito que nós demos aqui, foi classifica-las pelas estruturas e formas volumétricas e fornecer apenas uma ideia do que elas podem ser, fora de alguma regra formal. As imagens mostram uma minuscula amostra desse universo tão grande. (*)
ESTRUTURA CRUZADA

1⁄2 – Asteristicos e Micaela, Borsato e Lamosa
APOIO CENTRAL

3⁄4 – Liman, Ronaldo Sasson; Begonte, Victor Angueira

5⁄6 - Tulipa, Eero Saarinen; S.A.
AÇO INOXIDAVEL

7⁄8 - Dubay, s⁄a; Mies van der Rohe
9⁄10 – Eileen Gray


11⁄12 – Geometrica, Rejane Carvalho; Inex, Pedro Useche
PEZINHOS


13⁄14 - Kassá, Luis Marques; Anda, Bernardo Senna

15⁄16 – Flor, Rejane de Carvalho; s.a.
PÉS RECORTADOS

17⁄18 - Enpi, Zanine; Aladim, Rejane de Carvalho
COMPOSTAS E ACOPLADAS

19⁄20 - Aurora, s⁄a; 3 Graças, Rejane de Carvalho

21⁄22 - Ninho TE, Kay Thoss; Finnis, Sergio Faher

23⁄24 - Trio Austin s.a.; s.a.
CILINDRICAS

25⁄26 - Party, Ronaldo Sasson; Bol, Marcelo Ligieri

27⁄28 - Terran, Studio Shuster; Kay Toss
MULTIFUNCIONAIS

29⁄30 - Trio Picadily, Ronaldo Sasson; Niki, Lineart
INUSITADAS

31⁄32 - Gaudi, Sergio Faher; Zion, Simone Giovanella
33⁄34 - Escada, Natureza Moveis; Origami, s.a.
35⁄36 - Shuster, s.a.; s.a.
E ATÉ SERVEM PARA OUTROS USOS
37⁄38 - Cubo Magico, Amelia Tarozzo; Pininit, s.a.
(*) Para referencias consulte o site
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