QUANDO A UNIAO ENTRE O DESIGN E ARTE E VALIDA: Geoffrey Mann
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Existe uma triste realidade no Design contemporaneo, a de tentar fazer o objeto de uso como um objeto de arte. Ou seja, valorizar o simples uso e dota-lo de uma capacidade que não é a dele : o não uso. Por melhor que seja o designer, por mais fantastica que seja a sua obra, uma cadeira sempre vai ser uma simples cadeira, um objeto de sentar. Não é arte tridimensional. Uma escultura pode até servir para um uso pratico, como o de sentar, mas uma cadeira, jamais sera uma escultura, por mais bonita e bem bolada que seja. Nem deve ser. E por mais original e belo, um objeto de uso sempre terá a sua finalidade pratica. Sendo belo, sendo pratico, sendo uso e sendo unico, isso é Design, com sua arte, linguagem e estetica propria. Os caras teimam em elevar o simples e util objeto de uso `a categoria artistica, um objeto de arte. Isso é pura besteira narcisista.
Portanto, o unico caso que vale é quando especula-se sobre a linguagem do Design, a sua essencia. Mas ai é pura especulação, e os resultados formais são exemplos artisticos, são peças de arte como esculturas.
Assim foi a intenção do artista escocês Geoffrey Mann ao especular sobre os reflexos de luza que incidem sobre as superficies dos simples objetos de uso. Usando um programa 3D e plototipagem rapida, ele captou os reflexos de luz da varios objetos e os transformou em esculturas uteis. E mesmo que o uso e ergonomia não fossem aquela beleza toda, a proposta é super valida. Porque partiu de um conceito interessante, porque foi genial como escultor mesmo sendo sofrivel como designer. É o lado invisivel que existe sobre o ato e a mudez do fato. Os resultados formais foram bem legais e abre um novo caminho de se fazer Design como arte, diferente do tradicional e careta modo de mostrar o objeto de uso como arte de museu. O Design é Design!
CANDELABROS



CHALEIRAS


JARRAS


VASOS E PRATOS



TALHERES




TAÇAS



FOTOS: Stuart Johnstone
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